3. Argentina - A Grande Prova e O.M. (itens 130 a 160)

  1. #130 1972

    "A Argentina mostrará após a prova o homem novo, e o novo homem… Ensinará!"

  2. #131 1972

    "Argentina — Chega à grande prova!"

  3. #132 1968

    "A Argentina começa em sua verdade. Comoções passarão, mas seu povo mostrará cordura e ensinará. Chegarão a suas praias estrangeiros e nelas ficarão. O sábio na Argentina será."

  4. #133 1968

    "Chega o fim da grande prova. Passada a prova, chega o princípio das três fumaças. Logo será o caos das águas trovejantes e o fim dos fins na Paz. Será o 2002."

  5. #134 1968

    "No fim da prova. O Sul da Argentina falará em triunfo. Ali será o nascer do amanhã. Neuquén, bússola de bússolas. A costa rionegrina falará da grande pesca e do cultivo de algas em suas águas e do cultivo de frutais em suas alturas. Santa Cruz, será."

  6. #135 1968

    "Mensagem na prova. Terras que serão promessa do amanhã: Argentina, celeiro do mundo; Brasil, braço de caridade e amor ao próximo; Chile, cultura em elevação; Uruguai, política nova. América do Sul, crisol de paz."

  7. #136 1968

    "Na prova. As ideias do mundo gritarão na Argentina. A infiltração anárquica será, mas em lutas não poderão entrar, pelo amor de peito a peito."

  8. #137 1968

    "Na Argentina morre o mal, o desamor, a falta de equidade e a preguiça. A Argentina será no fim da prova."

  9. #138 1968

    "A prova em seu fim. A Argentina já é no princípio da reivindicação social e astral. Nada sucederá na Argentina que não seja por mandato do Alto."

  10. #139 1968

    "O mal e seu velório serão ao fim de sua grande prova. Não haverá na Argentina a maldade. Não haverá na Argentina o desamor. A Argentina Assombrará."

  11. #140 1949

    "A mulher perderá a atração do sexo; usurpará ao homem seu afazer; tomará a política; levará sua mão ao alto estrado; será fator dominante no mundo, mas o mundo no dia dos dias a esmagará. Será no fim da grande prova."

  12. #141 1949

    "No fim da prova, a mulher chegará a mostrar-se em disfarces ridículos e modos absurdos, impossíveis ao homem, o qual, em tédio, escapará dela. O dia de São Malaquias está quase chegando!"

  13. #142 1963

    "Na prova. A alta temperatura contribuirá para fortalecer os aparelhos de voo interespacial. A baixa temperatura contribuirá para conseguir o letargo perene no homem. Detém sua existência, cura males, prolonga seus anos. Mas o desvelo ainda não foi resolvido — Morrerá!"

  14. #143 1967

    "Na grande prova. O homem congelado pelo cientista morrerá. Seu voo e desprendimento espiritual será desde um princípio até ficar fora de sua matéria, a qual, morta, não estará em putrefação até o dia do degelo. Nesse momento a decomposição será imediata."

  15. #144 1967

    "Após a grande prova. A ciência negará, o mundo verá. O pequeno motivo das discórdias. Será após a fumaça em três fumaças e essa fumaça em três dará a luz. E a nova ciência saberá."

  16. #145 1967

    "A chamada se aproxima; o astronauta saberá do castigo de Deus. O astronauta não achou o Senhor das Alturas, e as Alturas cairão sobre ele para revelar-lhe o Alto. A mulher astronauta será realidade e saberá de realidades que viu na Terra e as encontrou nos céus, após a prova."

  17. #146 1967

    "Na prova. Os astronautas mostrarão grande parte do novo átomo em suas roupas. Elevarão seus conhecimentos dentro dessa verdade que é esferóide. Verão!"

  18. #147 1967

    "No fim da prova. O navegador terráqueo viajará à Lua, portará fáceis argumentos de observação, mas esquecerá pelos galos da alba para o despertar lunar. Serão adormecidos sem remédio algum e seu sono os adormecerá em tempo."

  19. #148 1967

    "O astronauta terráqueo encontrará um ser que, sem ser, será, e até receberá dele ajuda. O astronauta terráqueo errará sendeiros e retornará à Terra sem missão, mas com nova missão. Falará o cosmos! Após a grande prova!"

  20. #149 1967

    "A mulher astronauta levará dois olhares às alturas e saberá de Deus porque o levará desde a Terra, pois nas alturas viu. O homem será sem ser na grande prova!"

  21. #150 1968

    "O cérebro humano e a nova medida sobre o mundo serão após a prova caos. Mas antes da hecatombe, o homem já terá a nova medida sobre ele sem tomá-la."

  22. #151 1968

    "Na grande prova. Seres humanos, o ouro cai, desmorona, nada será no amanhã. Mais valor terá um vegetal comestível que um dólar. Abri os olhos e aprendei a olhar. O ouro rola, se desfigura e se anulará. Será o caos, mas será bem."

  23. #152 1968

    "A aristocrática humanidade ensoberbecida pelos dinheiros copiosos adquiridos de diferentes más maneiras será rejeitada pela nova teoria fecunda e cristã. Será Deus em sua nova casa… Após a prova do ano. O.M."

  24. #153 1972

    "Mudança de Mudanças. Gritam milhões de vozes no mundo. É que acaso trarão os peixes para habitar a Terra, e os homens os levarão às águas? Caminhante! Se os que gritam de mudanças e tentaram e tentam mudar os sexos nada lograram nem lograrão; se falaram e falam de pobreza e miséria para ser humildes irmãos do próximo que vituperam e exploram, embaucando crianças, e com isso engordam suas bolsas, mal poderão mudar o ritmo da Terra ordenado e guiado por Deus. A mudança será sim, neles, e será mudança definitiva — serão no castigo os que não viram a proximidade da explosão. E serão na nova civilização os que viram. Chega OM!"

  25. #154

    "Viaja a lenda do jovem Mandarim, que em um dia de sol pegou seu corcel e partiu rumo à região do prêmio. Ele chegou, tomou uma pena do ganso verde e regressou. Com aquela pena observou o dizer e o espetáculo do redor e escreveu — escreveu não o seu dizer, mas sim o dizer do celeste dizer — e o entregou ao enviado para sua propagação. Aquele dizer foi chuva no plantio sedento, e o Mandarim calou, no dizer, porque o dizer foi inteiramente dito, e ele se entregou ao OM."

  26. #155

    "Que sucede no mundo fantocheiro? Os Títeres são vistos, mas não se distinguem em seu sexo. Por que são assim seus fios manejados ante o espanto da civilização que foi e não foi? Por que se esqueceu a Deus! E Deus os permite até o OM. Por quê?"

  27. #156

    "O.M. A leveza de observação do homem leviano, da hora deformada em que o mundo vive, fará com que se desencontre — seja em política, em religião, em família ou na ciência. Em todo lugar será lugar de desencontros e portanto a hora do desmoronamento. Começará pois o OM. Avizinha-se!"

  28. #157

    "Viaja a lenda do jovem Mandarim, que em um dia de sol pegou seu corcel e partiu rumo à região do prêmio. Ele chegou, tomou uma pena do ganso verde e regressou. Com aquela pena observou o dizer e o espetáculo do redor e escreveu — escreveu não o seu dizer, mas sim o dizer do celeste dizer — e o entregou ao enviado para sua propagação. Aquele dizer foi chuva no plantio sedento, e o Mandarim calou, no dizer, porque o dizer foi inteiramente dito, e ele se entregou ao OM."

  29. #158

    "Amarelos! — Amarelos sobre o mundo em invasão de paz — Amarelos com lição de entendimento — amarelos em relações científicas — Amarelos, em determinações obedientes e mandantes — depois, amarelos no Grito, e quando o Grito for: Amarelos ensinarão o OM e na América será e… Será!"

  30. #159

    "Que sucede no mundo fantocheiro? Os Títeres são vistos, mas não se distinguem em seu sexo. Por que são assim seus fios manejados ante o espanto da civilização que foi e não foi? Por que se esqueceu a Deus! E Deus os permite até o OM. Por quê?"

  31. #160

    "Começará o andar do mundo sobre a corda. Começará o Ocidente seu equilíbrio. Começará o Oriente o seu, e quando a verdade dos fatos a acontecer brilharem, quando a Verdade dos caminhos chegarem à corda: a corda se ressentirá; o andar se ressentirá, e os ressentimentos notórios darão por terra os conhecidos tratos, descobrindo-se então a situação = O M = será e será… Tarde!"